sexta-feira, 29 de março de 2013

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

sexta-feira, 30 de setembro de 2011




A Trepadora.

Julgar se sou bom trepador
Não é minha pretensão,
Por isso lhes narro agora
Esta singela história de paixão.

Doralice, minha Dôra,
Desde nova já era saliente,
Me chamava para brincar de médico,
E vinha toda enxerida para ser minha paciente.

Crescemos brincando na rua
De ximbra, de pique ou esconde-peia.
A gente se escondia tão juntinhos,
Que para alguém nos achar demorava hora e meia.

Já mocinha e de peitinhos
Me pediu para seu sutiã desabotoar.
De dentro saltaram dois sapotis maduros,
Que, indecente, me pus a bolinar.

Lá para os vinte e poucos anos
Lhe mostrei meu desejo latente.
Doralice, pudica, disse não!
Só casada se entregaria totalmente.

Mas ela não estava convencida,
Pois seu corpo também estava ardente.
Me jogou no chão, e disse com malícia,
- Mas não precisa ser pela frente!

Me deu as costas, e sobre mim montou.
Desceu rebolando, me engolindo!
Subiu gemendo, se contraindo,
Apertando com sua flor meu rijo menino!

E nesta volúpia avassaladora
Agarrado às suas ancas gozei em desatino,
Ninguém muda o seu destino!
Ah! Doralice, minha Dôra,
Nasceu para ser trepadora!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Quando se quer, se faz!

Esta história eu recebi pelo meu e-mail, e ela vinha com a seguinte epígrafe: “Ter problemas é inerente à vida. Deixar-se abater por eles é uma opção pessoal!”_____________________________________

Um pequeno fazendeiro do Mississipi (EUA) precisava arar suas terras para o plantio de milho. Suas posses eram pequenas, mas ele já estava velho e cansado para dar conta da tarefa. Seu filho, que todos os anos o ajudava com o arado, havia cometido um crime de morte, e estava pagando sua dívida com as justiça americana em uma penitenciária federal. Sua mulher estava triste, não só por seu filho estar preso, mas também por se sentir sem forças para ajudar seu marido. Também ela cultivava flores próximo a casa onde moravam, e sofria com a perspectiva de não poder plantar suas rosas este ano. A se lamentar, o velho fazendeiro escreveu uma carta para seu filho na prisão, contando-lhe as desventuras por que passava com a falta dele e de seu braço forte que tanto ajudava quando era preciso revolver as terras da fazenda. Na semana seguinte, o fazendeiro recebe uma carta de seu filho, obviamente aberta por determinação das autoridades carcerárias, onde ele alertava ao pai: “Pai! Não revolva as terras de nossa fazenda, pois foi lá que enterrei os corpos de minhas vítimas! Mal acabara de ler à missiva, quando viu assustado suas terras serem invadidas por um exército de homens e máquinas do FBI que escavacaram cada palmo de terra de sua propriedade. Não deixaram um só centímetro quadrado sem ser revolvido. No final do dia, sem dizer uma só palavra, foram embora sem nada encontrar. Refeito do susto, o pequeno fazendeiro do Mississipi aproveitou as terras escavacadas e procedeu ao plantio de suas sementes. Também sua mulher pode plantar sua mudas de rosas que tanto adorava. Mais uma semana se passou, e o casal recebe em sua casa uma nova carta de seu filho com a seguinte mensagem: “Meu pai e minha mãe. Espero que o plantio tenha sido realizado. Esta foi a única maneira que encontrei para ajudá-los! Um grande abraço de seu filho!